A dada altura pensei que o romance já podia ter terminado, eram reversos a mais, mas mantive-me sempre em leitura galopante e empatia desmedida com Arnau — que vida, chiça! 😉 — e acabei com uma vontade tremenda de redescobrir Barcelona já amanhã. Gosto muito de livros que me fazem querer viajar (o último em que senti isso de uma forma bem vincada foi há já uns cinco anos com a tetralogia Amiga Genial da Ferrante, com as suas descrições de Nápoles — e a vontade permanece, porque ainda lá não fui!).
Amanhã vou começar o Violeta, da Isabel Allende, escritora que nunca li (se sugerirem algum melhor digam hoje! Eheh!).
Voltando à Catedral do Mar, vale muito a pena. A edição tem muitas gralhas mas a tradução é cuidada, parece-me. A história desenrola-se nos anos de 1300, sobretudo em Barcelona e sentimos na pele a problemática dos feudos, da pobreza, da peste, da estratificação social e da inquisição. Adoramos algumas personagens, odiamos outras, acompanhamos a narrativa com alguma ansiedade.
Iniciei a leitura num livro requisitado na biblioteca, terminei a leitura num livro já meu, que encomendei logo no primeiro ou segundo dia de leitura.
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